Seguro de veículos tem adesão de 17% do público 60+, aponta Fenaprevi
Considerando todas as idades, a contratação do seguro de veículos cresceu de 14% para 15% em relação a última pesquisa, realizada em 2024.
Por Fabiana Holtz
17/09/2026 | 18h06Envato
A pesquisa do Datafolha, encomendada pela Fenaprevi, revela que a adesão ao seguro de carro é maior entre brasileiros de 35 a 44 anos, com 19%, e que o índice geral de contratação subiu de 14% para 15% em relação ao ano anterior.
A análise por gênero mostra que 18% dos homens possuem seguro de veículo, contra 13% das mulheres, enquanto a classe AB lidera as contratações com 39%, em contraste com apenas 11% na classe C.
Apesar de uma queda na proporção de segurados que também têm seguro de vida, que passou de 52% para 48%, a pesquisa destaca que apenas 13% dos entrevistados consideram seguros e previdência como proteção contra imprevistos, preferindo poupança ou investimento.
São Paulo - Contratar um seguro para o carro encontra mais adesão entre os brasileiros de 35 a 44 anos, com 19%, de acordo com a pesquisa sobre conhecimento e interesse por seguros feita pelo Datafolha à pedido da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). Entre os 60+ esse indicador ficou em 17% e diminuiu na faixa entre 45 e 59 anos para 15%.
Já no grupo entre 25 e 34 anos, o índice foi de 16%. Entre os quase 2.000 entrevistados, de todas as faixas etárias, o índice da população que tem contratado um seguro de veículo cresceu de 14% para 15% em relação a última pesquisa, realizada em 2024. Somente 11% dos entrevistados da classe C revelaram possuir esse tipo de seguro.
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No recorte por gênero, a adesão ao seguro de veículos é relativamente maior entre homens (18%) que entre as mulheres (13%).
Por região, o Sul lidera com 20%, seguida pelo Centro-Oeste, com 19%, e Sudeste, com 17%. No recorte por classe social, o maior volume de contratações está concentrado na classe AB, com 39%.
E o seguro de vida?
Entre aqueles que possuem veículo com seguro, a parcela que revelou também possuir seguro de vida, de incapacidade temporária ou outro diminuiu de 52% para 48% em relação a pesquisa anterior, de 2024. Apesar do declínio, o número ainda é considerado relevante.
Por faixa etária, a maior adesão aos dois seguros foi identificada entre a população com idade de 45 a 59 anos, com 65%. Entre os 60+ esse parcela cai para 39%.
Entre os mais jovens (25 a 34 anos) a adesão aos dois seguros também é alta e chega a 45% e entre os brasileiros e 35 a 44 anos está em 42%.
Outra descoberta da pesquisa foi que somente 13% dos entrevistados disse lembrar dos seguros e da previdência privada como meios de proteção contra imprevistos. Para 42% a principal forma indicada para se proteger contra as adversidades foi poupar ou investir.
Metodologia
Para a pesquisa foram ouvidas 1.908 pessoas com 18 anos ou mais de todas as regiões do País entre 8 e 16 de junho. No recorte por classe social, desse universo 49% são da classe C e 28% das classes D/E.
Por região, 41% dos entrevistados são da região Sudeste, 29% do Nordeste, 14% da região Sul, 8% do Centro-Oeste e 8% do Norte.
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