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Flávia Saraiva festeja medalha na trave no Mundial: 'Senti que era o dia'

A ginasta carioca foi finalista no aparelho nos Jogos Olímpicos do Rio-2016 e de Tóquio, em 2021, e nos Mundiais de Stuttgart-2019 e Jacarta-2025

Estadão Conteúdo

Por Estadão Conteúdo

25/10/2026 | 16h14

Dean Mouhtaropoulos/Getty Images

O treinador Francisco Porath Neto afirmou que a ginasta se superou - Dean Mouhtaropoulos/Getty Images
O treinador Francisco Porath Neto afirmou que a ginasta se superou
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A ginasta brasileira conquistou a medalha de bronze na trave no Mundial de Roterdã, encerrando uma década de tentativas sem pódio em grandes competições. Este resultado marca um momento significativo em sua carreira, especialmente após várias finais em eventos anteriores sem medalhas.

A atleta, que já havia sido finalista em Jogos Olímpicos e Mundiais, expressou sua felicidade pela conquista, destacando a importância emocional do momento e dedicando a medalha à sua versão mais jovem, que ficou em quinto lugar nas Olimpíadas de 2016.

O treinador da ginasta elogiou sua perseverança e coragem, ressaltando a necessidade de arriscar para alcançar o sucesso. Após a conquista, a atleta planeja descansar e retomar os treinos para futuras competições.

Resumo gerado por IA

São Paulo - Ao conquistar a medalha de bronze na trave no Mundial de Roterdã neste domingo, a brasileira encerrou um período de dez anos de tentativas sem sucesso de subir ao pódio em grandes eventos mundiais.

A ginasta carioca havia sido finalista no aparelho nos Jogos Olímpicos do Rio-2016 e de Tóquio, em 2021, e nos Mundiais de Stuttgart-2019 e Jacarta-2025, sem ter terminado entre as três primeiras colocadas.

"Esta conquista foi especial, porque nunca havia antes ganho uma medalha na trave, e já são dez anos tentando, praticamente. Portanto, conseguir isso me deixa muito feliz", afirmou a brasileira, que na Holanda ficou atrás de Kaylia Nemour (ouro) e Zhang Qinqyng (prata).

"Isso é pra Flavinha, pequenininha, de 2016, que ficou em quinto lugar na Olimpíada, por 0.10", disse a ginasta de 1,48m. "Senti que hoje era o dia. Eu tinha que brilhar hoje. Tava sentindo isso no meu coração", disse ela, que chegou à terceira medalha em Campeonatos Mundiais após a prata por equipes e o bronze no solo em Antuérpia-2023.

O treinador Francisco Porath Neto afirmou que a ginasta se superou. "Já faz anos que ela luta por isso, sempre está nas finais. Falei pra ela ter coragem. E foi lindo demais. Ela merece tudo isso", afirmou o técnico, acrescentando que necessário arriscar para conquistar a medalha.

"Na classificatória, as notas estavam muito altas. Eram muitas meninas muito próximas para se conseguir um lugar entre as três na final. Agora é curtir a medalha, voltar para casa e descansar E depois retomar o trabalho, para conquistarmos outras."

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