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Celibato: prática usada por Grazi Massafera ganha novo sentido entre adultos

Divulgação/Globo

Grazi Massafera afirmou à revista Quem que está vivendo um momento de celibato - Divulgação/Globo
Grazi Massafera afirmou à revista Quem que está vivendo um momento de celibato
Por Alexandre Barreto

18/01/2026 | 10h57

São Paulo, 18/01/2026 - O celibato, a escolha de não se casar e não ter relações sexuais, que antes era associado apenas à fé e à devoção espiritual, tem ganhado novos significados. Hoje, essa prática é vista por muitas pessoas como um caminho de autoconhecimento, equilíbrio emocional e foco em outras áreas da vida. Um exemplo disso é a atriz Grazi Massafera, 43, que recentemente compartilhou que está vivendo um momento de celibato.

Em entrevista à revista Quem, a artista afirmou que a escolha tem relação com maturidade e transformação pessoal. “A energia sexual é muito potente e pode se transformar em potência criativa. Você não precisa fazer celibato, é a escolha de cada um, mas é o que estou fazendo nesse momento e está sendo maravilhoso”, explica Grazi.

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A atriz mencionou que, com o passar dos anos e as alterações nos hormônios, começou a focar em outras questões. “Aquele furor dá uma baixada e faz você olhar a vida sob outras perspectivas”, disse.

A decisão voluntária do celibato tem sido adotada por diferentes faixas etárias, mas o número de pessoas que vivem o celibato cresce principalmente entre adultos e idosos.

Segundo estudos do Institute for Family Studies, aproximadamente 40% das mulheres que estão solteiras e têm entre 45 e 49 anos são celibatárias, enquanto entre os homens essa porcentagem é inferior a 30%. Para aqueles com mais de 70 anos, mais da metade dos homens e cerca de dois terços das mulheres não têm atividade sexual, embora alguns ainda mantenham relações.

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Como adotar o celibato

  • Pergunte a si mesmo sobre o que deseja realizar com essa decisão;
  • Caso a escolha seja baseada em crenças religiosas, converse com líderes espirituais ou integrantes de comunidades de fé que praticam essa vocação;
  • Terapia ou aconselhamento psicológico pode ser útil se existir conflitos internos ou dificuldades em manter essa decisão.

Optar por viver o celibato pode apresentar dificuldades, como o sentimento de solidão ou insatisfação sexual. A experiência diária exige atividades que sustentem essa escolha, seja por meio de orações, serviços ou outras ações que fortaleçam seu objetivo de vida e novos propósitos.

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