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Eleições 2026

Pesquisa CNT/MDA: Flávio tem 50,7% dos votos válidos e Lula, 49,3%

O levantamento revela que 7,3% dos eleitores ainda podem mudar de opinião antes da votação, com Flávio à frente em várias faixas etárias

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Por Broadcast

24/10/2026 | 11h52 ● Atualizado | 12h08

Saulo Cruz/Agência Senado e Ricardo Stuckert/PR

A pesquisa que mediu as intenções de voto em Lula e Flávio ouviu 2.032 eleitores em todo o País - Saulo Cruz/Agência Senado e Ricardo Stuckert/PR
A pesquisa que mediu as intenções de voto em Lula e Flávio ouviu 2.032 eleitores em todo o País
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A pesquisa CNT/MDA revela um empate técnico nas intenções de voto entre Flávio Bolsonaro, com 50,7%, e Luiz Inácio Lula da Silva, com 49,3%, considerando apenas os votos válidos e uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Os dados indicam que homens entre 25 e 44 anos preferem Bolsonaro, enquanto mulheres de 16 a 24 anos e de 45 a 60 anos tendem a votar em Lula; a avaliação do governo mostra 38,4% de desaprovação e 37,9% de aprovação.

Realizada entre 21 e 23 de outubro com 2.032 eleitores, a pesquisa apresenta um índice de confiança de 95% e destaca que a avaliação positiva do governo é mais alta no Nordeste, refletindo divisões regionais e demográficas entre os eleitores.

Resumo gerado por IA

Brasília, 24/10/2026 - O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,7% das intenções de votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, ante 49,3% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo a pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado, 24. As mulheres representam a maior fatia do eleitorado indeciso, 4% do total, enquanto os homens somam 1%.

No cenário estimulado, que considera também os votos brancos, nulos e indecisos, Flávio registra 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula tem 45%. Votos brancos e nulos somam 5,8% e 2,9% dos entrevistados estão indecisos.

Apesar das intenções acirradas entre os dois candidatos, 7,3% dos eleitores entrevistados afirmam que ainda podem mudar de opinião até o dia da votação. A pesquisa também mostra que 47,3% dos eleitores consultados não votariam em Flávio, enquanto 47,4% afirmaram que não votariam em Lula.

A expectativa de vitória, por sua vez, favorece o senador. Segundo o levantamento, 51,6% dos entrevistados acreditam que Flávio vencerá a eleição, enquanto 37,6% esperam a vitória do presidente Lula. Os demais não souberam responder ou não indicaram um dos dois candidatos.

Gênero, idade e região

Os resultados mostram diferenças no comportamento eleitoral conforme gênero, faixa etária, região e religião. Entre os homens, Flávio tem 57% das intenções de voto válidos, ante 43% de Lula. Entre as mulheres, o presidente registra 55%, enquanto o senador aparece com 45%.

Por faixa etária, Flávio tem vantagem entre os eleitores de 25 a 34 anos, com 56% das intenções de voto, e de 35 a 44 anos, com 55%. Lula aparece à frente entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, com 51%, ante 49% do senador, e entre os mais velhos, com 53% da intenção entre pessoas com 60 anos ou mais, ante 47% para Flávio. O presidente também lidera entre os eleitores de 45 a 59 anos, com 52%.

Na divisão regional, Flávio registra 61% das intenções de voto no Sul e 60% no Norte e Centro-Oeste, considerados em conjunto pela pesquisa. Lula tem sua maior vantagem no Nordeste, onde alcança 67%, contra 33% do senador. No Sudeste, Flávio tem 56%, ante 44% do presidente.

 O levantamento também aponta diferenças por religião. Lula tem 56% das intenções de voto entre os católicos, enquanto Flávio registra 44%. Entre os evangélicos, o senador aparece com 68%, ante 32% do presidente.

Metodologia

A pesquisa entrevistou 2.032 eleitores em 140 municípios dos dias 21 a 23 de outubro. A sondagem foi realizada presencialmente, em domicílios e pontos de fluxo. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo 02136/2026.

Todos os resultados da pesquisa foram calculados com ponderação socioeconômica e pelo voto declarado no 1º turno de 2026, considerando, para o ajuste eleitoral, os entrevistados que declararam comparecimento, incluindo votos em candidatos, brancos e nulos.

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