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Amazon lidera reclamações na Black Friday em balanço parcial do Procon-SP

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Plataforma digital do Procon-SP recebeu 1.873 reclamações, segundo balanço mais recente divulgado - Envato
Plataforma digital do Procon-SP recebeu 1.873 reclamações, segundo balanço mais recente divulgado
Fabiana Holtz
Por Fabiana Holtz fabiana.holtz@viva.com.br

Publicado em 28/11/2025, às 18h23

São Paulo, 28/11/2025 - De acordo com o balanço parcial do Procon-SP sobre a Black Friday deste ano, até o momento foram registradas 1.873 reclamações e 46 consultas e orientações. O principal problema relatado pelos consumidores na plataforma, com 603 registros, é a não entrega ou demora na entrega do produto.
Em segundo lugar, com 272 reclamações, está o pedido cancelado após finalização da compra, seguido por produto e/ou serviço entregue diferente do pedido, incompleto e/ou danificado, com 191 reclamações.
Outros 180 consumidores denunciaram maquiagem de desconto (desconto oferecido sobre o preço do produto e/ou serviço não é real), enquanto outros 136 relataram oferta não cumprida, venda ou publicidade enganosa.
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Ranking de empresas

Na lista das empresas mais reclamadas, a gigante Amazon surge em primeiro lugar, com 127 reclamações, seguida por Mercado Livre (107) e Magazine Luiza (Netshoes, Época Cosméticos, Magalupay e Hub Fintech), com 87 reclamações.  A Via (Casas Bahia, Pontofrio, extra.com.br) foi apontada em 66 reclamações e a Telefônica Vivo em 53 reclamações.
Importante ressaltar que a classificação da reclamação é feita pelos próprios consumidores de todo o Estado de São Paulo e são registradas diretamente no site www.procon.sp.gov.br ou por intermédio de alguns Procons municipais conveniados.
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Fiscalização física

Na cidade de São Paulo, os fiscais do Procon-SP visitaram de 17 a 28 de novembro, 533 estabelecimentos, encontrando 128 irregularidades em 24% deles. Os principais problemas encontrados foram referentes a precificação, tais como produtos sem informação de preço, com preços não voltados ao público consumidor, preços informados que obrigam o consumidor a efetuar cálculos e precificação não ostensiva.
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