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Meta fica mais rigorosa com contas de adolescentes no Brasil, EUA e UE

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A Meta tem atuado na limitação de conteúdos para menores de idade, como o apoio à "Lei Felca" - Adobe Stock
A Meta tem atuado na limitação de conteúdos para menores de idade, como o apoio à "Lei Felca"
Por Felipe Cavalheiro

05/05/2026 | 18h19

São Paulo - A Meta anunciou, nesta terça-feira (5), que aumentará a fiscalização de contas de crianças e adolescentes em suas redes. As medidas afetaram o Instagram, na União Europeia e no Brasil, e o Facebook, nos Estados Unidos. 

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A empresa investiu em inteligência artificial para remover pessoas com menos de 13 anos das redes; bem como buscar e incluir automaticamente adolescentes nas regras de Contas para Adolescentes

Esta tecnologia foi testada já em 2025, e será expandida gradualmente. De acordo com a empresa, o objetivo é que "os jovens tenham experiências online seguras e positivas", mesmo com a dificuldade de se precisar a idade das pessoas na internet.

É por isso que continuamos investindo fortemente na verificação de idade , inclusive usando tecnologia sofisticada para encontrar pessoas que acreditamos serem adolescentes, mesmo que informem uma data de nascimento de adulto."

Incentivo à supervisão dos responsáveis

Mirando no cuidado dos responsáveis estadounidenses, a Meta começará, este mês, a enviar notificações através do Instagram e Facebook para os usuários do país, com informações sobre como verificar e confirmar a idade de filhos e netos adolescentes em suas redes. 

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As notificações também incluirão dicas sobre como ter conversas construtivas com os jovens sobre a importância de informar a idade correta online.

Pressões legais

Nos últimos meses as redes sociais foram alvo da regulamentação de diversos países no debate da presença de menores de idade. Alguns, como Austrália, proibindo inteiramente para menores de 16 anos. 

No Brasil, o ECA Digital entrou em vigor em março e contou com o apoio da Meta e outras BigTechs. No anúncio, a empresa defendeu uma regulação direta nas lojas de aplicativos. 

"Acreditamos que a legislação deveria exigir que as lojas de aplicativos verificassem a idade e fornecessem essas informações aos aplicativos e desenvolvedores para que eles possam oferecer experiências adequadas à idade, como as Contas para Adolescentes", afirmou a Meta em seu Blog. 

*Estagiário sob supervisão de Marcia Furlan

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