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China manda empresas ignorarem sanções dos EUA sobre petróleo do Irã

Ministério do Comércio da China emitiu proibição, no sábado, determinando que as sanções dos EUA não sejam reconhecidas

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Por Broadcast

04/05/2026 | 17h18 ● Atualizado | 17h29

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Motivo das sanções aplicadas pelos EUA na sexta-feira contra empresas de energia foi a compra de petróleo iraniano - Adobe Stock
Motivo das sanções aplicadas pelos EUA na sexta-feira contra empresas de energia foi a compra de petróleo iraniano
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São Paulo - O Ministério do Comércio da China emitiu uma proibição no sábado determinando que as sanções dos EUA - que foram aplicadas contra empresas chinesas de energia na última sexta-feira - não devem ser reconhecidas, executadas nem cumpridas.

Segundo o ministério, a nova rodada de sanções viola o direito internacional e os princípios básicos das relações internacionais.

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"A sanção não afeta o cumprimento das obrigações internacionais assumidas pela China, nem a proteção, nos termos da lei, dos direitos e interesses legítimos das empresas com investimento estrangeiro na China", divulgou o ministério.

O governo acrescentou que sempre se mostrou contra sanções unilaterais que carecem de autorização da Organização das Nações Unidas (ONU) e de fundamento no direito internacional.

Também diz que continuará acompanhando de perto a situação de "aplicação indevida" de leis e medidas de outros países.

No dia 1º de maio, os EUA anunciaram novas sanções para tentar interromper o comércio de petróleo do Irã.

O Departamento de Estado sancionou cinco empresas chinesas, incluindo a Hengli Petrochemical, Shandong Shouguang Luqing Petrochemical, Shandong Jincheng Petrochemical Group, Hebei Xinhai Chemical Group e Shandong Shengxing Chemical.

(Por Thais Porsch)

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