Estado de Nova York registra primeira morte por sarampo em 30 anos
EUA interromperam a transmissão doméstica do sarampo em 2000 ao manter altas taxas de vacinação, mas a cobertura tem caído nos últimos anos
Por Broadcast
03/11/2026 | 10h45Adobe Stock
Uma criança no Condado de Lewis, Nova York, faleceu devido ao sarampo, marcando a primeira morte pela doença no estado em 30 anos, conforme anunciado pela governadora Kathy Hochul.
Os EUA haviam eliminado a transmissão do sarampo em 2000, mas a cobertura vacinal caiu para menos de 95%, o que é considerado insuficiente para prevenir surtos da doença.
Em resposta à situação, Hochul declarou estado de emergência e ampliou a autorização para profissionais de saúde aplicarem a vacina, além de permitir que enfermeiros solicitem testes para o sarampo.
Lowville - Uma criança na zona rural do norte do estado de Nova York morreu após contrair sarampo, na primeira morte pela doença registrada no estado em três décadas, informaram autoridades estaduais na segunda-feira, 2. A criança morreu no Condado de Lewis, a cerca de 150 quilômetros ao norte de Syracuse, segundo a governadora Kathy Hochul.
Os Estados Unidos interromperam a transmissão doméstica do sarampo em 2000 ao manter altas taxas de vacinação, mas a cobertura tem caído nos últimos anos, ficando abaixo dos 95% necessários para evitar surtos da doença viral.
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Hochul, democrata, afirmou que a morte da criança é "um lembrete devastador do que está em jogo quando Washington deliberadamente corrói décadas de progresso na proteção dos americanos contra doenças evitáveis".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) confirmou três mortes associadas ao sarampo no país neste ano, mas secretarias estaduais de saúde relatam números maiores. Na Pensilvânia, autoridades informaram cinco mortes em 2026 e investigam um possível sexto óbito.
Hochul decretou situação de emergência no início de outubro, diante de casos em estados vizinhos e em áreas rurais de Nova York. A ordem executiva ampliou o grupo de profissionais autorizados a aplicar a vacina contra sarampo, incluindo paramédicos e parteiras, e permitiu que enfermeiros, além de médicos, também possam solicitar testes.
Fonte: Associated Press
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